Engessada e quase impossibilitada em seus movimentos graciosos na grande dança da Eternidade.
E aqui, distante da Fonte cuja imanência derivou para o ser/existir no continuum ambivalente das dimensões do tempo e do espaço tudo o que mais deseja é logo se desprender das amarras místicas que a mantém atada ao gênero físico que a faz ser humano para o retorno em essência ao seu Fazedor. Bem lá, no Aquilo Infinito...

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