Erigi um muro dimensional entre e aquilo que compõe todo apanhado de peculiaridades e propriedades que formam você e o conjunto de estranhezas e complexidades que se percebe ente a ponto de proferir: eu.
Não somos mais indizíveis.
É como se houvesse um universo entre nós, repleto de buracos negros e distâncias medidas como anos-luz.
Agora sim, talvez eu consiga te esquecer. Talvez...
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