O Eterno YHWH falou que sua Presença, sua Shechiná (um aspecto de sua Sagrada Presença no grau físico/temporal) iria residir dentro do Santo dos Santos a parte mais elevada do Tabernáculo e posteriormente dentro do Beit Hamiqdash, o Templo Sagrado. Agora vejam, o Segundo Templo erigido por Shlomo HaMelech, o Rei Salomão, foi destruídono ano 70 da Era comum pelo insano do imperador Nero, que sua memória seja apagada.
Com isso a Shechiná se afastou da terra não habitando em NENHUM outro local físico e assim será até que o Terceiro Templo seja construído em Jerusalém. Entendam a Shechiná em NENHUM destes “templos” de esquina, seja ele de qual denominação for desde o mais imponente como a réplica pérfida do Templo de Salomão custeada pelo Edir Macedo até o mais humilde.
Pois se a Shechiná habitasse nestes ditos templos, nestas supostas “Casas de D’us”, ninguém ousaria em sã consciência entrar e se entrasse seria fulminado na hora. Somente o Cohen Gadol, o sumo Sacerdote estava qualificado a entrar onde a Shechiná residia e uma vez por ano no dia de Yom Kipur, o dia do Perdão, com guizos espalhados em sua veste para avisar aos que estavam de fora que ele ainda se movia lá dentro e com uma corda amarrada a sua cintura para puxarem o seu corpo caso ele morresse por estar com algum pecado oculto, etc..
Algo, portanto, muito sério! E o que sentem por aí afora, nestas congregações pode ser tudo, menos a Sagrada Presença do Eterno. Com efeito, as pessoas hoje ainda podem tem um “encontro com D’us, mas não seguindo um endereço, não com hora e lugar marcados. É algo íntimo/pessoas. É parar, meditar e escutar o clamor de sua alma que apenas anseia o retorno ao seu Sagrado Criador.
Com isso a Shechiná se afastou da terra não habitando em NENHUM outro local físico e assim será até que o Terceiro Templo seja construído em Jerusalém. Entendam a Shechiná em NENHUM destes “templos” de esquina, seja ele de qual denominação for desde o mais imponente como a réplica pérfida do Templo de Salomão custeada pelo Edir Macedo até o mais humilde.
Pois se a Shechiná habitasse nestes ditos templos, nestas supostas “Casas de D’us”, ninguém ousaria em sã consciência entrar e se entrasse seria fulminado na hora. Somente o Cohen Gadol, o sumo Sacerdote estava qualificado a entrar onde a Shechiná residia e uma vez por ano no dia de Yom Kipur, o dia do Perdão, com guizos espalhados em sua veste para avisar aos que estavam de fora que ele ainda se movia lá dentro e com uma corda amarrada a sua cintura para puxarem o seu corpo caso ele morresse por estar com algum pecado oculto, etc..
Algo, portanto, muito sério! E o que sentem por aí afora, nestas congregações pode ser tudo, menos a Sagrada Presença do Eterno. Com efeito, as pessoas hoje ainda podem tem um “encontro com D’us, mas não seguindo um endereço, não com hora e lugar marcados. É algo íntimo/pessoas. É parar, meditar e escutar o clamor de sua alma que apenas anseia o retorno ao seu Sagrado Criador.

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