Uns dizem que a crença da reencarnação era aceita pela ICAR até 553 de onde foi abolida no segundo concílio de Constantinopla pelo imperador Justiniano influenciado por sua esposa que depreciava a ideia da lei do carma. A ICAR por sua vez rebate dizendo que a doutrina da reencarnação nunca foi aceito pela igreja e que era defendida apenas por Orígenes de Alexandria, etc, etc. Enfim, um assunto que rende debates quase intermináveis. Pé no saco mesmo!
Seja como for isso pouco importa. Nos dias atuais onde muitos, cada vez mais, estão despertando para verdades antigas. A reencarnação é algo perfeitamente possível dando uma explicação satisfatória para muitas questões da vida, da morte e pós morte.
O registro abaixo veio do Zohar, o Livro do Esplendor, principal texto de Qaballah que diz:
"As almas devem voltar a ingressar de onde emergiram, mas para realizar isso, devem desenvolver todas as perfeições, a semente do que nelas foi plantado; e se não cumprirem esta condição durante uma vida, deverão iniciar outra e outras mais, até que tenham adquirido a condição proposta para sua reunião com Deus."
Em síntese, inicialmente a autoria do Zohar é atribuído a Shimon Bar Yochai, um rabi que viveu entre os séculos II e III D.C, mas existem correntes que afirmam e defendem que foi o cabalista Moshe de Leon que o escrevera no século XI e o conteúdo se desenvolve à nível SOD (oculto) o último dos quatro níveis de interpretação do PARDES da Torá e aquilo que seria a parte não revelada e mística da mesma.
Com efeito e espanto, é interessante perceber o quanto esta porção acima registrada está totalmente de acordo com os ensinamentos espíritas/espiritualistas, algo que vem a corroborar e muito sobre a temática.

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