Tanto o bem quanto o mal são duas forças opostas, duas polaridades. Uma positiva e uma negativa. E reside em duas dimensões, por assim dizer, fora de nós, como parte externa e dentro de nós de forma interna.
Todavia, vamos nos deter sobre o mal dentro de nós. Pois a maneira que externalizamos essas forças, transformando-a em ações, de dentro para fora, podemos como resultado trazer suas manifestação em nossas vidas, as vidas dos que nos rodeiam e mais ainda, crescendo inexorável como uma onda que refletirá em nossa sociedade e no mundo. E não adianta culpar agentes externos, seja qual forem, do bem e do mal que fazemos. O mérito ou demérito do que efetuamos é só nossa.
Logo, existe uma dualidade dentro de nós. Duas inclinações, uma para o bem e outra para o mal. A inclinação para o bem é chamada de Yetzer Hatov e a má inclinação de Yetzer Hará.
Claro, O Há Satan nos oferece algumas possibilidades para o mal também, mas foi Adam que ao comer do fruto do conhecimento do bem e mal que trouxe o mal para dentro de si. Ou seja, o mal que residia fora do homem, em um domínio separado, foi misturado e internalizado junto com o bem dentro do mesmo e como todos descendem de Adam herdamos, logicamente, isto.
E agora somos nós que escolhemos fazer ou não fazer tanto um quanto o outro. Agora ambas as forças são inerente em nós. O processo ocorre dentro de nós na consciência daquilo que é bom e daquilo que é mal e decidimos o que vamos fazer, como vamos agir e qual inclinação vamos querer desenvolver mais sabendo que existe uma reação que pode ter um efeito positivo no mundo, contribuindo para que a bondade seja espalhada no mesmo ou (D’us não permita) um efeito negativo que fortalecerá todo o mal já existente ao nosso redor...
Todavia, vamos nos deter sobre o mal dentro de nós. Pois a maneira que externalizamos essas forças, transformando-a em ações, de dentro para fora, podemos como resultado trazer suas manifestação em nossas vidas, as vidas dos que nos rodeiam e mais ainda, crescendo inexorável como uma onda que refletirá em nossa sociedade e no mundo. E não adianta culpar agentes externos, seja qual forem, do bem e do mal que fazemos. O mérito ou demérito do que efetuamos é só nossa.
Logo, existe uma dualidade dentro de nós. Duas inclinações, uma para o bem e outra para o mal. A inclinação para o bem é chamada de Yetzer Hatov e a má inclinação de Yetzer Hará.
Claro, O Há Satan nos oferece algumas possibilidades para o mal também, mas foi Adam que ao comer do fruto do conhecimento do bem e mal que trouxe o mal para dentro de si. Ou seja, o mal que residia fora do homem, em um domínio separado, foi misturado e internalizado junto com o bem dentro do mesmo e como todos descendem de Adam herdamos, logicamente, isto.
E agora somos nós que escolhemos fazer ou não fazer tanto um quanto o outro. Agora ambas as forças são inerente em nós. O processo ocorre dentro de nós na consciência daquilo que é bom e daquilo que é mal e decidimos o que vamos fazer, como vamos agir e qual inclinação vamos querer desenvolver mais sabendo que existe uma reação que pode ter um efeito positivo no mundo, contribuindo para que a bondade seja espalhada no mesmo ou (D’us não permita) um efeito negativo que fortalecerá todo o mal já existente ao nosso redor...
Pense o bem! Fale bem e faça e viva o bem!
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