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""O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima.""

Fantástica Saga


"E o herói brandiu sua espada uma vez mais. 
O último de todos os confrontos havia começado..."


Prelúdio
Outrora, um jovem escritor de contos fantásticos havia criado um mundo surreal repleto de personagens mais fantásticos ainda. Ele tinha concatenado tudo, mas veio falecer antes de colocar a história no papel. Todavia, os personagens, conceitos, idéias, referências e simbolismos que formavam toda a cosmovisão desta ambientação foram parar no Inconsciente Coletivo, o lugar para onde vão todos os pensamentos, idéias e percepções do mundo real. Lá, todo este universo ganhou autonomia e seus personagens vivem suas próprias vidas e aventuras. Tal lugar ficou conhecido como Orbe de Owen...


Conto-episódio 1
O mundo acima da névoa
Berengere, o menestrel, tocava seu violino de cinco fios de pelos da crina de Calibam na varanda do segundo andar de sua casa flutuante. Era só mais um dos diversos instrumentos que tocava, mas isso era de se esperar já que ele é um menestrel. Fazendo uma escala em dó sustenido ele viu Vigo e Cavil sentados no banco de sicomoro defronte, pareciam animados como sempre...
—Mas quem disse que a Orbe de Owen é redonda? Perguntou Vigo.
—Ora, Ninguém. Presume-se que seja porque orbe significa esfera, globo, etc... Falou Cavil.
—Ah! Mas só por que uma palavra diz que é não quer dizer que seja.
—É, tem isso também.
—Mas que ponto oscilante é este no ar? Curioso, Vigo estendeu sua mão para tocar...
—Vigo, não. Isso é um Transportal Errante.

Mas era tarde. Imediatamente posterior ao toque o transportal se abriu em uma janela multidimensional e sugou Vigo para dentro.

—Por Owen! Berengere, vá buscar sua corda mística, Vigo foi engolido por um T.P.E. Gritou Cavil.
—Por Numen! Um Transportal Errante?
—É. Vai rápido. Temos pouco tempo antes que o mesmo se feche.
—Mas eles são raríssimos por estas bandas.
—Vai logo!

Berengere entrou e saiu com um pedaço de corda velha de aproximadamente dois metros, segurou uma ponta e quando lançou a outra ponta para Cavil ela simplesmente se alongou (também, era uma corda mística e dependendo do mago que a encantou uma dessas pode chegar até mil stanks de distância) Cavil a segurou e amarrou em sua cintura, então gritou:
—Não solte a corda por nada. Pegou sua espada que estava apoiada no banco de sicomoro e pulou para dentro do transportal que já estava se fechando. 

Caiu de pé la dentro, mas perdeu o equilíbrio devido a escuridão que o atingiu em cheio como um golpe de substancia palpável e titubeou. Recobrou a compostura e deu dois puxões na corda mística, seu único elo com sua realidade e sentiu os dois puxões do menestrel em resposta. Com sua espada em riste percebeu que seus olhos se adaptaram um pouco a escuridão de modo que pode enxergar melhor o continuum ao derredor. Era um vazio de imensidão em sépia e de seu solo emanava uma névoa rasteira que chegava até suas coxas e o céu era vermelho, escarlate como sangue fresco.
Não havia sinal de Viggo e ele já ia gritar seu nome quando algo o puxou para baixo, para a névoa.

—Mas o que...? Vigo! Você esta bem? Perguntou Cavil assim que identificou seu amigo.
—Shhh! Fale baixo...
—Por quê? Não há nada aqui.
—Olhe bem ao nosso redor.
Cavil girou o pescoço para um lado e outro, observando atento...
—Por Numem! O que são vocês? Perguntou depois de tentar assimilar o que estava vendo.
—Criaturas rastejantes da bruma. Respondeu uma criatura que mais parecia uma enguia.
—Sim!  Essa é a nomenclatura técnica para eles, mas também são conhecidos como comida de golem. Falou Vigo.
—O que? Existe um golem aqui?
---Ele não pertence a este lugar. Só vem aqui quando sente fome. Pega alguns de nós e depois some pela mesma fenda mágica com a qual viera. Respondeu a criatura.
—Droga! Odeio golens e esse ainda por cima parece ser mágico. Muito bem, não pertencemos a este lugar também e vamos cair fora. Mas vocês já pensaram em lutar contra ele?
—Lutar? Como? Não podemos nos erguer acima da névoa, se fizermos isso morreremos.
—Isso está provado? Já viram alguém morrer assim antes?
—Na verdade não. Mas é isso que diz a lenda e ninguém jamais teve coragem de se levantar. Nem sabemos o que existe lá em cima...
—Sinto por vocês, mas temos que ir. Eles se ergueram e foram rumo ao transportal para o atravessarem de volta, mas algo se manifestou entre o mesmo e eles, bloqueado-os. 
—Mas o que...? Exclamou Cavil antes de ser puxado para baixo junto com Vigo por Eng...
—Silêncio! -Disse Eng sussurrando- É o Golem.
—Porcaria logo agora. Falou Cavil um pouco alto demais.
—Shhhh! Não quero virar comida de Golem. Sou jovem demais morrer. Disse Vigo o repreendendo.
—Bom, não podemos ficar aqui assim não. Já to com dor na coluna de tanto me envergar aqui nessa névoa. Disse nosso herói levantando a cabeça para dar uma olhadela...
—E então, o que viu? Indagou Vigo.
—A criatura mais feia que possa ser vista. Por Owen é mais feio até que o Timbalaum.
—Pelo Numinoso! Então não quero nem ver.
—Eu vi que ele está entre nós e o portal que nos trouxe. Vamos ter que nos arrastar como o eng e seus amigos para próximo do portal e pular.
—Ok, vamos lá.
—Só mais uma olhada, peraí... Opsss! Estamos com sorte! O que nos trouxe aqui foi um TPE2, entrada e saída.
—Um Transportal Errante Duplo? Tem certeza?
—Tenho. Está logo ali, vamos... E pegou não mão de Vigo e correram até o outro portal. O golem os viu e correu atrás deles com uma velocidade acima do normal.
—Vai Vigo, corre, corre!
—Estou correndo!
—Pula! Pula!
Eles pularam para dentro do segundo portal e saíram um pouco mais distante da casa do Menestrel. Cavil se deu conta de que ainda estava com a corda mística amarrada em sua cintura, começou desamarra-lá e gritou para o menestrel que ainda não os tinha visto: Ei Beremgere, pode soltar a corda!
Mas foi tarde demais. Um puxão na corda levou Berengere para dentro do primeiro portal.
—Droga! O golem puxou a corda e arrastou Berengere com ela. Aqui –disse ele dando a ponta da corda para seu amigo- esteja preparado para soltar a corda assim que sairmos. Não podemos deixar que este golem passe para cá. E de novo, nosso herói pulou para dentro da dimensão enevoada das enguias rastejantes.

O Golem estava enforcando o menestrel e ele não pensou duas vezes, se arrojou para cima do monstro e desferiu um golpe teatral, mas foi surpreendido com um contra-ataque e voou para longe.
—Você voltou – falou eng- é bastante corajoso. O golem ainda está aí?
—Levante-se e veja por si mesmo. Retrucou Cavil.
—Eu não posso...
—Você e os de sua espécie vão morrer sem nunca sequer vislumbrar o que há por cima da neblina? 
—Eng pensou por um momento. Tomou coragem e disse: Você está certo! E se ergueu. Imediatamente ele sofreu uma metamorfose para uma aparência mais bonita e alada, muito similar a uma libélula. O golem que também viu a transformação soltou Berengere perplexo e Eng conclamou: Irmãos ergam-se e contemplem o que os espera acima da neblina. E assim as criaturas rastejantes da neblina começaram a se levantar, uma a uma, e a se transformar. Eng olhou para Cavil e disse:
—Obrigado! Agora podemos lutar. E voaram todos para cima do monstro que com um encanto abriu um portal e se jogou nele adentro sumindo na escuridão. Após isso todos os seres, agora voadores, subiram para o céu vermelho, completamente extasiados e embevecidos com as novas possibilidades.
O primeiro transportal havia se fechado assim que o menestrel fora sugado para dentro dele, mas o segundo ainda estava aberto devido a corda mística que ligava as duas realidades.
—Vamos cair fora daqui Berengere. Já te disse que odeio golens?
—Disse sim. Falou ele massageando seu pescoço.
Atravessaram o TPE que imediatamente se fechou atrás deles.
—Ufa, finalmente!  Exclamou Vigo, acrescentando: Diga-me, como foi?
—Vamos contar, mas durante uma boa xícara café. Avisou Cavil.


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A bomba de tempo


—Tome! É uma bomba de tempo. Dez segundos de total paralisação de um ambiente. Use com sabedoria. Me disse o Mago.

Eu preferia ter recebido uma quantia em dinheiro pelo obséquio de lhe carregar todos aqueles livros velhos, estranhos e pesados de seu carro até sua casa: três viagens ao todo! O que diabos eu poderia fazer com uma bomba de tempo? Não que eu acreditasse que funcionaria e não que eu acreditasse que o velho era mesmo um mago, mas essa era a sua fama no bairro e eu cresci escutando isso. Acho que fui condicionado.

O pior era a tal “bomba”. Não parecia em nada! Não como eu estava acostumado a conceber uma. Parecia, sei lá, um coração de boi defumado.

—E como faço para que ela exploda? Puxo um desses tubos que parecem artérias e jogo longe como nos filmes? Falei entrando na brincadeira e o Mago achou graça e sorriu, depois disse...
—Isso seria uma granada, você quer dizer. Mas não é tão simples assim. Primeiro você deve escrever o número 10 e o seu nome em um pedaço qualquer de papel, mas cuide para que as letras e números fiquem bem legíveis. Depois cole com seu próprio cuspe o papel na bomba. E finalmente para que ela exploda você deve dizer a frase: actio nullitatis tempus. E pronto, ela irá explodir e parar o tempo por 10 segundos.
 —Hmm... Acho que o número 10 no papel se refere a quantidades de segundos, não é? Mas por que devo escrever o meu nome e por que colar com meu cuspe? Indaguei.
—Quanto ao número você está certo. Escrever seu nome no papel lhe garantirá imunidade quando o artefato explodir e o seu cuspe fará o elo com seu nome para garantir que você não seja afetado.
—Caramba! E essa frase aí que o senhor disse? Como é que é mesmo?
—Actio nullitatis tempus! É latim, significa: ação de nulidade de tempo.
—Actio nullitatis tempus! Repeti para memorizar...

Fui para casa. Jantei e depois fui jogar The Last Of Us no Play 3. Após quase uma hora de jogatina adormeci. Pela manhã peguei o “coração de boi defumado” que o velho dizia ser uma bomba e de tempo ainda por cima e coloquei na mochila. Nem sei por que fiz isso. Talvez para mostrar para alguém, vai saber. Fui para escola. No caminho, do outro lado da rua vi o Josh e gritei seu nome. Mas ele sempre com aqueles fones nos ouvidos escutando Metal Core no volume máximo. Dei de ombros e segui em frente.

Das seis aulas do dia, minha predileta é Filosofia, acho que é porque gosto de “viajar na maionese”, como minha mãe sempre fala; sou assim mesmo. Meio nerd, daqueles de colecionar quadrinhos e bonecos da DC e Marvel. O caminho de volta pra casa. O mesmo percurso de sempre elá estava o Josh há uns 8o metros a minha frente. Os fones de ouvidos enfiados nas orelhas, talvez escutando Four Letter Lie, sua banda favorita no momento. Vai acabar ficando surdo...
“Mas o que?” Ele está atravessando a avenida no sinal verde. Maluco! Droga! E aquele caminhão vindo a toda pra cima dele...
—Josh! Grito, mas ele não escuta. E o caminhão mais perto, putz. Mesmo se eu correr não vou chegar a tempo, não com essa distância. Se ao menos... Peraí. A bomba de tempo! Será mesmo verdade? Hora ideal para testar. Tiro a bomba da mochila o mais rápido que consigo, rasgo um pedaço de folha do meu surrado caderno de 20 matérias e pego uma caneta. Escrevo o algarismo 10 e o meu nome: Leonard. Cuspo atrás e colo na bomba. O caminhão ainda mais perto e ziguezagueando, o motorista deve ter bebido todas, cretino!

Eu grito, não me importando seu vou parecer um louco varrido caso não der certo...
—Actio nullitatis tempus! E jogo a bomba dramaticamente como nos filmes de guerra. Ela cai ao longe e estoura em pequenos pedaços de nojeiras gosmentas.

“Não... pode... ser... verdade!”

O tempo parou mesmo! Tudo e todos ao meu redor imóveis feitos pedras. Caramba, velho maluco! Porcaria, é só por dez segundos e já perdi dois por ficar aqui de boca aberta. Começo a correr para salvar o Josh que ficou congelado com um pé no chão e outro suspenso no ar, dando um passo interrompido. O caminhão está a dois metros dele.

7 sengundos...
Estou correndo.

6 segundos...
Correndo feito um louco.

5 segundos...
Largo minha mochila no chão.

4 segundos...
Estou na metade do caminho.

3 segundos...
Corro o mais rápido que achei que poderia correr.

2 segundos...
Só mais um pouco, quase lá.

1 segundo...
Pulo em cima do Josh com tudo e enquanto estamos voando em queda, tudo volta ao normal e o caminhão passa como um míssil. Foi por um triz.

—Caramba... Leonard? O que aconteceu? Indagou ele atordoado no chão.
—Vai cara, levanta. Vamos buscar minha mochila lá atrás que te explico. Só faz um favor para você mesmo; use com menos freqüência esses malditos fones.
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Premonições do fim do mundo




Obs: Calma! Leia o post antes de sair por aí me difamando como um falso profeta maluco, (rsrs).

Dia desses eu estava navegando pela Web adentro, clicando de site em site na tentativa de encontrar um bom conteúdo para me deter quando li o título de um post que dizia que o mundo acabaria em 2017. Na hora eu pensei algo como: 
“Mais uma premonição do fim do mundo, aff...”
E também devo ter pensado em algo similar a:
 “Eita! com dia marcado e tudo, aff...”

Com efeito...

Pois o artigo dizia que um grupo religioso dos Estados Unidos havia descoberto a data exata (e não aproximada) do fim do mundo e que tal data estava decodificada na Própria Bíblia e que ninguém havia percebido e blábláblá... De acordo com a interpretação deste grupo, a passagem descrita no livro de Apocalipse, aquela que diz "uma mulher, vestida de sol e com a lua nos pés", é a revelação que no dia 21 de Agosto de 2017 a Terra simplesmente deixará de existir. 

E veja só, como conjecturas como essas ganham adeptos bastante febris, tanto que essa suposição (porque nem posso chamar isso de teoria) ganhou força com a declaração da NASA ao prever que um eclipse solar total vai acontecer no próximo ano, e convenhamos, um eclipse é apenas a lua se colocando na frente do sol em relação a Terra bloqueando momentaneamente a luz solar de incidir sobre a mesma (se bem que uma sombrinha a mais seria muito bom nesse calor que está fazendo aqui em Vitória).

Mas voltemos à suposição (que reluto chamar de teoria) deste grupo...

Eles afirmam que nosso belo planeta haverá de ficar totalmente mergulhado em profunda escuridão e, no dia 21 de agosto de 2017, deixará (simplesmente, sem mais nem menos) de existir. 

Vamos seguindo...

No dia que sucedeu essa minha “descoberta”, eu estava online no Facebook, mais precisamente na página Alan Moore BR e me deparei algo similar dizendo que o mundo deixaria de existir este ano. Dessa vez em uma “profecia” que estava descrita em uma das páginas do título Promethea (do autor mencionado acima) onde no capítulo 12, "The Magic Theater: A Pop Art Happening", em que a deusa/heroína percorre uma caminhada mística pelos Arcanos Maiores do Tarot. E na carta do Julgamento Final, as serpentes do caduceu de Promethea, lhe revelam:

"A Humanidade necessitará de idéias e planos, em algum momento nos próximos vinte anos, quando a vigésima carta for virada, o Aeon, ou Julgamento Final, como é chamada.
Apocalipse, visto como 'Fim do Mundo', precisa apenas de Revelação, no fundo. Nosso Mundo das Idéias, acesso pela informação, brilhante e coeso.
O conhecimento humano parece duplicar, de dois em dois anos, par em par. Nos últimos 24 meses houve avanços mais depressa que em toda a história pregressa.
É dito que por volta de 2017, um segundo valerá quase o dobro, assim se promete. Aqui se fia o tecido da informação. Enquanto é consumida, percebe-se o ponto de ignição.
Os homens julgam a eles mesmos, sob nova iluminação. Se um mundo se quebra, outro alça voo calcado em diferente visão.
Um Aeon consumido por essa chama da Ciência. Das cinzas nas Nova Consciência."

E a carta que vem a seguir é a do Universo que diz: 

"Comemore! Esse o momento antecipado da ascenção da Terra ao sublime principado. A dança eterna da imaginação é a relíquia adornada, herança de toda geração."
Francamente, se eu tivesse que escolher entre as premonições do tal grupo religioso e de Alan Moore através de Promethea, ficaria com Alan Moore, é claro!

Mas me acompanhe só mais um pouco.
Em outra coisa que li dias depois...

Li em algum lugar que a NASA identificou recentemente uma frota alienígena sem precedentes no nosso sistema solar. E que se eles resolverem invadir nosso planeta o resultado disso seria a nossa extinção. E essa invasão está datada para Setembro deste ano, veja só você! 
Sem contar que segundo teorias circundantes por aí, outro advento de possível destruição da Terra seria o acontecimento e resultado final da Terceira guerra Mundial e que segundo o jornal o jornal Daily Star também ocorrerá ou pode ocorrer em setembro deste ano.

Mas enfim, cansei. Obrigado por ter lido até aqui.

P.S.
Existem outros “prenúncios” deste tipo para este ano e ainda mais estão para surgir, mas por enquanto chega de devaneios...

Fontes: Universo Cético, Alan Moore BR, Daily Star

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Quanto custa ser feliz?

*Texto escrito a pedido



O título acima requer uma resposta! E não pretendo responder por todos, pois para alguns "ser feliz" ou felicidade  pode estar atrelado/a a possessão de muitos bens materiais, dinheiro,  amor correspondido, realização profissional, religião, etc, etc. Logo, tendo em conta isso, as respostas podem ser as mais variadas possíveis.


Claro que esses elementos são importantes e realmente podem contribuir para que uma pessoa possa vir a ser feliz, pelo menos até que a satisfação da aquisição de um novo bem passe ou que a pessoa tenha o insight de que dinheiro pouco pode fazer diante do vazio existencial que a domina quando a mágica do ato da compra se esvai e de um ponto a outro a coisa gira e gira em um círculo vicioso. E caindo em si, a ilusão  daquilo que supunha ser felicidade desmorona porquê a autossatisfação, o ego junto a vontade de realizar todos (e somente) seus desejos não lhe é o suficiente para, com efeito, ser feliz.

Mas quanto custa, de fato, ser feliz?


Primeiro precisamos saber que algo que requer um custo, não está necessariamente a venda. Pode custar aprendizado, disciplina, esforço, dedicação, um bom plano de meta, determinação e assim por diante. Não se compra felicidade, se encontra. Não se vende felicidade, se produz. É uma busca, um estado de espírito, uma filosofia de vida. De modo que o custo de ser feliz é "pago" sendo uma boa pessoa, honesta, decente, altruísta. Mais ligado a satisfação dos que lhe rodeiam do que de seu próprio umbigo.


No final ser feliz custa ser gente.


E gente de bem...
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