É bastante comum ouvirmos relatos de pessoas que foram supostamente curadas de alguma enfermidade nos chamados “templos” de algumas religiões. Isso é algo até bem recorrente para quem frequenta esses lugares e de fato, devido à incidência massiva de tele-evangelistas podemos quiçá até ver [que D’us não permita] essas coisas no aconchego de nossos lares.
Mas de onde surgem essas curas? E ainda, será que alguém que foi “alvo” de uma experiência como essa foi realmente curado?
Há três possíveis respostas para essas e outras questões...
A primeira delas é a seguinte: uma pessoa está, por exemplo, com um câncer [que D’us nos livre] e decorrente isso está fazendo o tratamento adequado para combater essa doença em alguma unidade hospitalar. Paralelo a isso, caso ache que seu tratamento não está lá sendo muito eficaz e na ânsia e esperança de ser curada ela recorre a outras forças ou em um senso comum recorre aos Céus para tanto. Como uma pessoa assim devido à herança cultural e religiosa que impera no Brasil e por falta de direcionamento genuíno, ela vai, por assim dizer, buscar sua cura em uma igreja [ou em algum lugar ainda pior]. Mais ainda assim continua seu tratamento na unidade hospitalar e no final devido a justamente isso, o tratamento, ela é curada.
Todavia, ao invés de dar crédito à medicina pelo mérito de sua cura ela vai contar seu testemunho na igreja afirmando que foi curada lá e Isso acontece com alguma frequência.
A segunda maneira de uma pessoa assim ser curada pode se encaixar naquilo que chamamos de um milagre. Porém, não é exatamente um milagre advindo de D’us, mas sim das forças do Sitrá Achrá, o outro lado, o lado da impureza, das Klipot, da Tumá [e aqui você pode encaixar vários tipos de entidades, desde os orixás, passando pelo santos católicos e chegando até os demônios do conceito cristão; pois estas são roupagens pelos quais estes seres se apresentam e operam]. São quando agentes deste lado negativo agem para dar força à ilusão de santidade de um determinado lugar e assim para manter seus incautos maravilhados “curam” uma pessoa. Digamos que faz parte do “show”, dar aquilo que o povo pede para não se frustrarem e assim não abandonarem um local de idolatria. Pois é assim também que este lado ganha força.
A terceira forma deste tipo de ocorrência é algo verdadeiramente transcendental e divino, algo que realmente se encaixa numa cura genuinamente Divina e para discorrer sobre isso vou recorrer a uma explicação do Talmud de onde um israelita chamado Zunin falou ao sábio Akiva: os dois sabemos no nosso coração que não existe uma realidade em um ídolo; no entanto, vemos que os homens entram no [templo] paralizados e saem curados. Qual é o motivo?
E o sábio respondeu...
Eu te dou uma parábola: a que se assemelha isto? Um homem de confiança nessa cidade, onde todos os habitantes nessa cidade costumam depositar [dinheiro] no seu cargo e sem a necessidade de testemunhas. No entanto, um homem veio e depositou o dinheiro sob sua custódia as testemunhas; mas em outra ocasião se tinha esquecido de depositar com testemunhas. A mulher [do homem de confiança] disse [ao seu marido]: "venha, vamos negar." E ele respondeu: "será que vou destruir a minha reputação de fidelidade por causa deste tolo que agiu de uma forma indigna?"
O mesmo acontece com as aflições. No momento em que são enviados para um homem o juramento lhes é imposta:
"Não tens de vir sobre ele, salvo nesse dia, nem aparta-te dele, exceto em tal e tal dia e a tal hora, e através disto e daquilo e por meio deste tipo e tal recurso."
Quando chega a hora para abandonar [as aflições] o homem, deu-se o caso que ele visitou um santuário idólatra. As aflições declaram:
"É certo que não irmos, mas devido que este idiota age de forma indigna, teremos de quebrar nosso juramento?" Avodá Zará 55a
Neste caso a cura se deu por decreto divino previamente instituído. Porém o "crédito" por tal ação ficou sendo do templo ou de tal divindade adorada no lugar em questão. Lembrando também que existem “curas” pelo poder de sugestão e indução que minimizam os efeitos e sintomas de uma doença fazendo-os desaparecer ou adormecer por um período.
É isso aí meu bons amigos/as. Que D’us nos agracie sempre com saúde, amém!
Mas de onde surgem essas curas? E ainda, será que alguém que foi “alvo” de uma experiência como essa foi realmente curado?
Há três possíveis respostas para essas e outras questões...
A primeira delas é a seguinte: uma pessoa está, por exemplo, com um câncer [que D’us nos livre] e decorrente isso está fazendo o tratamento adequado para combater essa doença em alguma unidade hospitalar. Paralelo a isso, caso ache que seu tratamento não está lá sendo muito eficaz e na ânsia e esperança de ser curada ela recorre a outras forças ou em um senso comum recorre aos Céus para tanto. Como uma pessoa assim devido à herança cultural e religiosa que impera no Brasil e por falta de direcionamento genuíno, ela vai, por assim dizer, buscar sua cura em uma igreja [ou em algum lugar ainda pior]. Mais ainda assim continua seu tratamento na unidade hospitalar e no final devido a justamente isso, o tratamento, ela é curada.
Todavia, ao invés de dar crédito à medicina pelo mérito de sua cura ela vai contar seu testemunho na igreja afirmando que foi curada lá e Isso acontece com alguma frequência.
A segunda maneira de uma pessoa assim ser curada pode se encaixar naquilo que chamamos de um milagre. Porém, não é exatamente um milagre advindo de D’us, mas sim das forças do Sitrá Achrá, o outro lado, o lado da impureza, das Klipot, da Tumá [e aqui você pode encaixar vários tipos de entidades, desde os orixás, passando pelo santos católicos e chegando até os demônios do conceito cristão; pois estas são roupagens pelos quais estes seres se apresentam e operam]. São quando agentes deste lado negativo agem para dar força à ilusão de santidade de um determinado lugar e assim para manter seus incautos maravilhados “curam” uma pessoa. Digamos que faz parte do “show”, dar aquilo que o povo pede para não se frustrarem e assim não abandonarem um local de idolatria. Pois é assim também que este lado ganha força.
A terceira forma deste tipo de ocorrência é algo verdadeiramente transcendental e divino, algo que realmente se encaixa numa cura genuinamente Divina e para discorrer sobre isso vou recorrer a uma explicação do Talmud de onde um israelita chamado Zunin falou ao sábio Akiva: os dois sabemos no nosso coração que não existe uma realidade em um ídolo; no entanto, vemos que os homens entram no [templo] paralizados e saem curados. Qual é o motivo?
E o sábio respondeu...
Eu te dou uma parábola: a que se assemelha isto? Um homem de confiança nessa cidade, onde todos os habitantes nessa cidade costumam depositar [dinheiro] no seu cargo e sem a necessidade de testemunhas. No entanto, um homem veio e depositou o dinheiro sob sua custódia as testemunhas; mas em outra ocasião se tinha esquecido de depositar com testemunhas. A mulher [do homem de confiança] disse [ao seu marido]: "venha, vamos negar." E ele respondeu: "será que vou destruir a minha reputação de fidelidade por causa deste tolo que agiu de uma forma indigna?"
O mesmo acontece com as aflições. No momento em que são enviados para um homem o juramento lhes é imposta:
"Não tens de vir sobre ele, salvo nesse dia, nem aparta-te dele, exceto em tal e tal dia e a tal hora, e através disto e daquilo e por meio deste tipo e tal recurso."
Quando chega a hora para abandonar [as aflições] o homem, deu-se o caso que ele visitou um santuário idólatra. As aflições declaram:
"É certo que não irmos, mas devido que este idiota age de forma indigna, teremos de quebrar nosso juramento?" Avodá Zará 55a
Neste caso a cura se deu por decreto divino previamente instituído. Porém o "crédito" por tal ação ficou sendo do templo ou de tal divindade adorada no lugar em questão. Lembrando também que existem “curas” pelo poder de sugestão e indução que minimizam os efeitos e sintomas de uma doença fazendo-os desaparecer ou adormecer por um período.
É isso aí meu bons amigos/as. Que D’us nos agracie sempre com saúde, amém!






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