Um amigo meu me contou esta experiência. Vivida por seu avô, um marinheiro há muito tempo atrás. Ele não escutara diretamente do mesmo já que este morrera antes dele nascer. Mas escutou inúmeras vezes de sua Avó que sempre fazia questão de frisar que era exatamente assim que ele relatava para ela...
O nome dele era Osmundo. E como todo bom marinheiro passava mais tempo no mar do que em terra. Um dia, resolveram ancorar próximo a uma ilha. Tudo normal até então. Mas quando a noite caiu à tripulação começou a escutar um alarido de vozes em cânticos e clamores indistinguíveis com batucadas de tambores provenientes da ilha. Então verificaram que formas que lhe pareciam humanas dançavam ao redor de uma fogueira. E entrando em consenso, acharam que se tratava de nativos que habitavam a ilha. Foram dormir.
No dia seguinte resolveram partir em uma expedição para a mesma, pisar um pouco na terra e quem sabe confraternizar com seus supostos habitantes. Alguns se muniram de armas por precaução e outros levavam presentes para dar aos nativos e assim ganhar a afeição deles e isso também demonstraria que vieram em paz. Então, içaram ao mar o pequeno barco para salvamento e exploração e remaram até a ilha...
Finalmente um pouco de terra, exclamavam alguns pisando e sentindo o solo com pés descalços, outros correram para pegar algumas frutas e os mais sensíveis devem ter sentido que algo estava errado com aquele lugar. Passado as primeiras impressões e aquele momento de recém chegada resolveram procurar por alguém, visto que na noite anterior parecia estar acontecendo uma festa ou ritual ali mesmo. Andaram e andaram. Nada e nem ninguém! Não satisfeitos andaram mais um pouco e nem sinal ou um rastro. Nenhum sequer. Nem de festa, nem de ritual, nem do que sobrou da fogueira, nada, nenhuma pegada que denunciasse a presença de vida inteligente naquele lugar.
Ressabiados, voltaram para a embarcação. E o assunto não podia ser outro: como pode a ilha em uma noite estar cheia de vida e no dia seguinte vazia? E a cena ao redor da fogueira não fora vislumbrada por uma ou duas pessoas. Foi por toda a tripulação! Todos viram e ouviram ao longe.
Ainda ancorados no mesmo local a noite caiu uma vez mais.
E novamente toda a fenomenologia da noite anterior aconteceu. As vozes, os cânticos, os clamores e os tambores. A fogueira ardendo com silhuetas dançantes a circular ela. Não podia ser! Mas estava acontecendo de novo. E uns embasbacados diziam para o outro: Você está vendo né? Está vendo o que estou vendo? Tá vendo mesmo? Tem certeza? Etc...
Os que conseguiram dormir aquela noite dormiram e os que não conseguiram estavam loucos para sair dali. Dessa vez não haveria uma nova expedição pela ilha, pois temiam que algo de muito ruim lhes acontecesse. Então partiram dali e nunca mais viram a tal ilha de novo.
No dia seguinte resolveram partir em uma expedição para a mesma, pisar um pouco na terra e quem sabe confraternizar com seus supostos habitantes. Alguns se muniram de armas por precaução e outros levavam presentes para dar aos nativos e assim ganhar a afeição deles e isso também demonstraria que vieram em paz. Então, içaram ao mar o pequeno barco para salvamento e exploração e remaram até a ilha...
Finalmente um pouco de terra, exclamavam alguns pisando e sentindo o solo com pés descalços, outros correram para pegar algumas frutas e os mais sensíveis devem ter sentido que algo estava errado com aquele lugar. Passado as primeiras impressões e aquele momento de recém chegada resolveram procurar por alguém, visto que na noite anterior parecia estar acontecendo uma festa ou ritual ali mesmo. Andaram e andaram. Nada e nem ninguém! Não satisfeitos andaram mais um pouco e nem sinal ou um rastro. Nenhum sequer. Nem de festa, nem de ritual, nem do que sobrou da fogueira, nada, nenhuma pegada que denunciasse a presença de vida inteligente naquele lugar.
Ressabiados, voltaram para a embarcação. E o assunto não podia ser outro: como pode a ilha em uma noite estar cheia de vida e no dia seguinte vazia? E a cena ao redor da fogueira não fora vislumbrada por uma ou duas pessoas. Foi por toda a tripulação! Todos viram e ouviram ao longe.
Ainda ancorados no mesmo local a noite caiu uma vez mais.
E novamente toda a fenomenologia da noite anterior aconteceu. As vozes, os cânticos, os clamores e os tambores. A fogueira ardendo com silhuetas dançantes a circular ela. Não podia ser! Mas estava acontecendo de novo. E uns embasbacados diziam para o outro: Você está vendo né? Está vendo o que estou vendo? Tá vendo mesmo? Tem certeza? Etc...
Os que conseguiram dormir aquela noite dormiram e os que não conseguiram estavam loucos para sair dali. Dessa vez não haveria uma nova expedição pela ilha, pois temiam que algo de muito ruim lhes acontecesse. Então partiram dali e nunca mais viram a tal ilha de novo.










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