*Este é um texto de mais de 18 anos
Definição e introdução
O termo e designação Teologia, de acordo com sua etimologia, é formado pela conexão de duas palavras gregas, Theos: Deus e Logos que por sua vez pode ser traduzida como verbo, palavra, razão, sabedoria e/ou pensamento e alguns dicionários de modo mais especifico definem como “a ciência de Deus”. Entretanto, nesta concepção, “ciência” pode levar a uma interpretação equivocada como básica e simplesmente a “reflexão sobre algo”; e isto engloba qualquer coisa que possa ser o objeto de uma cogitação. Não obstante, a designação é válida para definir a Teologia em todo seu conjunto, baseado no conceito de que ciência é conhecimento, mas inapropriado para definir sua forma primária, aquela que todos têm acesso e produzem, a não ser que o termo ciência seja interpretado como “percepção” implicando em o ato de perceber Deus ou sua existência.
Assim sendo, a teologia em seu cerne é uma palavra, uma fala ou expressão sobre Deus; não apenas uma doutrina ou o estudo sobre Deus e suas derivações.
Embora não seja uma palavra ou nomenclatura bíblica, sua raiz está na Bíblia, mais precisamente em Rm 3:2 dizendo: logia tou Theou (os oráculos de Deus); em 1ªPe 4:11 anunciando: logia Theou (oráculos de Deus), e em Lc 8:21 a expressão ton Logon tou Theou (a Palavra de Deus). Embora a maneira mais convencional de se traduzir a junção destas duas palavras seja “Estudo de Deus”, eu prefiro usar as variações “Raciocinar sobre Deus” e/ou “pensamento de Deus”, pois entendo que no nível mais básico, Teologia é qualquer pensamento acerca de Deus ou dos temas que O envolve.
A Teologia primária
A isto eu chamo de Teologia primária ou princípio de Teologia. Aquela que qualquer indivíduo tem acesso e produz com suas dúvidas que geram os questionamentos que geram a reflexão; em suma, a Teologia em seu coeficiente primário desconhecida por muitos pode se resumir em: qualquer reflexão sobre as questões essenciais da vida que aponte para uma divindade.
Por exemplo, uma reflexão baseada na pergunta “existe vida após a morte?” fará o pensador inevitavelmente raciocinar sobre os temas concernentes a Deus e/ou o próprio Deus, pois em determinado momento de sua reflexão se ele inferir que a vida após a morte existe, ele irá se indagar para onde vão as pessoas que morrem. Neste momento ele vai condicionalmente (e equivocadamente) lembrar dos dois lugares mais difundidos pela nossa e outras culturas e religiões: Céu ou Inferno. Se ele se detiver sobre as questões pertinentes ao Céu ou Paraíso ele vai começar a esbarrar na Divindade, por que Deus está lá como comumente é ensinado e difundido por aí e então a partir daí ele vai derivando...
Com isso quero demonstrar que a crença em uma divindade suprema pode vir a ser muitas vezes o pano de fundo para maioria do questionamento humano.
Última Questão e Última Conclusão
Para deixar o que foi dito acima mais claro acompanhe-me na seguinte reflexão...
“O que é ser?”
“É viver.”
“E viver é ser.”
“E ser é existir.”
“E eu existo!”
“Mas quem ou o que me fez existir?”
Estas são questões que todo (ou quase) ser pensante se fez ou haverá de fazer no transcurso de sua existência.
Embora formulada em diversas variações o sentido é o mesmo onde de uma forma quase geral, todas as questões fundamentais da vida vão levar o indivíduo a uma pergunta similar a última.
“Mas quem ou o que me fez existir?”
(Lógico, inferindo que o ser racional não seja um religioso ou propenso ao ateísmo, etc)
E a esta indagação culminante após as mais diversas ponderações eu chamo de Última Questão. O momento crucial de toda essa reflexão, pois dependendo de sua resposta você poderá chegar a Última Conclusão que é a noção de uma divindade criadora.
Se o pensador deduzir que um agente criador o trouxe a existência, que o criou e acima de tudo aceitar essa resposta como satisfatória outra busca começará permeada de outras séries de novas reflexões sobre este ente primordial criativo.
A busca, a compreensão, o entendimento dentro da esfera humana permitida, a iluminação e ascensão, tudo, começa a partir da primeira percepção e indagação do Aquilo Infinito o que uns comumente chamam de Deus...
Teologia de Cosmovisão e conclusão
Este primeiro estágio de Teologia é chamado de Teologia de Cosmovisão (Visão De Mundo) e ela é intrínseca a todas as pessoas do mundo. Ela é universal e sempre surge como indagações sobre a vida (incluindo, é claro, questões sobre a morte) e suas variadas questões, evoluindo a seguir para uma reflexão mais pujante onde uma questão leva a outra até chegar à Última Conclusão. Refutando-a como aceitável o indivíduo vai retroceder ao ponto inicial e o ciclo vai se repetir até que ele aceite uma Última Conclusão ou encontre uma outra resposta em suas variáveis que o satisfaça.
O termo e designação Teologia, de acordo com sua etimologia, é formado pela conexão de duas palavras gregas, Theos: Deus e Logos que por sua vez pode ser traduzida como verbo, palavra, razão, sabedoria e/ou pensamento e alguns dicionários de modo mais especifico definem como “a ciência de Deus”. Entretanto, nesta concepção, “ciência” pode levar a uma interpretação equivocada como básica e simplesmente a “reflexão sobre algo”; e isto engloba qualquer coisa que possa ser o objeto de uma cogitação. Não obstante, a designação é válida para definir a Teologia em todo seu conjunto, baseado no conceito de que ciência é conhecimento, mas inapropriado para definir sua forma primária, aquela que todos têm acesso e produzem, a não ser que o termo ciência seja interpretado como “percepção” implicando em o ato de perceber Deus ou sua existência.
Assim sendo, a teologia em seu cerne é uma palavra, uma fala ou expressão sobre Deus; não apenas uma doutrina ou o estudo sobre Deus e suas derivações.
Embora não seja uma palavra ou nomenclatura bíblica, sua raiz está na Bíblia, mais precisamente em Rm 3:2 dizendo: logia tou Theou (os oráculos de Deus); em 1ªPe 4:11 anunciando: logia Theou (oráculos de Deus), e em Lc 8:21 a expressão ton Logon tou Theou (a Palavra de Deus). Embora a maneira mais convencional de se traduzir a junção destas duas palavras seja “Estudo de Deus”, eu prefiro usar as variações “Raciocinar sobre Deus” e/ou “pensamento de Deus”, pois entendo que no nível mais básico, Teologia é qualquer pensamento acerca de Deus ou dos temas que O envolve.
A Teologia primária
A isto eu chamo de Teologia primária ou princípio de Teologia. Aquela que qualquer indivíduo tem acesso e produz com suas dúvidas que geram os questionamentos que geram a reflexão; em suma, a Teologia em seu coeficiente primário desconhecida por muitos pode se resumir em: qualquer reflexão sobre as questões essenciais da vida que aponte para uma divindade.
Por exemplo, uma reflexão baseada na pergunta “existe vida após a morte?” fará o pensador inevitavelmente raciocinar sobre os temas concernentes a Deus e/ou o próprio Deus, pois em determinado momento de sua reflexão se ele inferir que a vida após a morte existe, ele irá se indagar para onde vão as pessoas que morrem. Neste momento ele vai condicionalmente (e equivocadamente) lembrar dos dois lugares mais difundidos pela nossa e outras culturas e religiões: Céu ou Inferno. Se ele se detiver sobre as questões pertinentes ao Céu ou Paraíso ele vai começar a esbarrar na Divindade, por que Deus está lá como comumente é ensinado e difundido por aí e então a partir daí ele vai derivando...
Com isso quero demonstrar que a crença em uma divindade suprema pode vir a ser muitas vezes o pano de fundo para maioria do questionamento humano.
Última Questão e Última Conclusão
Para deixar o que foi dito acima mais claro acompanhe-me na seguinte reflexão...
“O que é ser?”
“É viver.”
“E viver é ser.”
“E ser é existir.”
“E eu existo!”
“Mas quem ou o que me fez existir?”
Estas são questões que todo (ou quase) ser pensante se fez ou haverá de fazer no transcurso de sua existência.
Embora formulada em diversas variações o sentido é o mesmo onde de uma forma quase geral, todas as questões fundamentais da vida vão levar o indivíduo a uma pergunta similar a última.
“Mas quem ou o que me fez existir?”
(Lógico, inferindo que o ser racional não seja um religioso ou propenso ao ateísmo, etc)
E a esta indagação culminante após as mais diversas ponderações eu chamo de Última Questão. O momento crucial de toda essa reflexão, pois dependendo de sua resposta você poderá chegar a Última Conclusão que é a noção de uma divindade criadora.
Se o pensador deduzir que um agente criador o trouxe a existência, que o criou e acima de tudo aceitar essa resposta como satisfatória outra busca começará permeada de outras séries de novas reflexões sobre este ente primordial criativo.
A busca, a compreensão, o entendimento dentro da esfera humana permitida, a iluminação e ascensão, tudo, começa a partir da primeira percepção e indagação do Aquilo Infinito o que uns comumente chamam de Deus...
Teologia de Cosmovisão e conclusão
Este primeiro estágio de Teologia é chamado de Teologia de Cosmovisão (Visão De Mundo) e ela é intrínseca a todas as pessoas do mundo. Ela é universal e sempre surge como indagações sobre a vida (incluindo, é claro, questões sobre a morte) e suas variadas questões, evoluindo a seguir para uma reflexão mais pujante onde uma questão leva a outra até chegar à Última Conclusão. Refutando-a como aceitável o indivíduo vai retroceder ao ponto inicial e o ciclo vai se repetir até que ele aceite uma Última Conclusão ou encontre uma outra resposta em suas variáveis que o satisfaça.




Clique aqui para voltar ao início