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A verdade sobre a imagem do suposto selo sumério da bomba atômica

Quero escrever um pouco sobre esta imagem abaixo...



Antes, eu devo pontuar que espiritualistas e pseudo espiritualistas, o pessoal adepto da nova religião aí que é aquilo que chamam de ufologia mística ou ufologia espiritual, sim esse pessoal ai do meio esotérico e até ocultista em uma grande parcela que se assemelham muito aquilo que eles adoram criticar que é o religioso. O pobrezinho do religioso lá, coitado. Pois lá do alto de seus conhecimentos sobre as verdades absolutas do Cosmos (perceba aqui meu sarcasmo), falam que estas pessoas religiosas acreditam em tudo cegamente.

Só que eles estão no mesmo barco. Porque ficam acreditando em canalizações de supostos seres de luz ou de et’s lá da dimensão/orbe do conto da carochinha, promessas de falsos mestres e gurus, cursos e iniciações vazias programadas só para arrancar grana, etc.

A lista é longa e qualquer dia vou escrever mais sobre isso.

Posto isto, falemos sobre a imagem de uma suposta placa suméria de 4 mil anos representando o lançamento de uma bomba atômica e sua explosão em forma de cogumelo.

(QUE TODO MUNDO SAI POR AÍ DIVULGANDO COMO SE FOSSE VERDADE, E NÃO É!)

Uma imagem muito difundida em sites espiritualistas, de ufologia e teorias da conspiração para ornar ou representar posts que falam sobre este tema de energia nuclear e explosões atômicas na antiguidade para também validar a teoria dos antigos astronautas alienígenas e afins com a premissa de que ela era uma peça arqueológica suméria de mais de 4 mil anos e se assim fosse, sem dúvidas, ela deveria estar seguramente lacrada em um museu desses aí suntuosos altamente protegida. Só que não havia menção de museu algum em nenhum das postagens que continha esta imagem e sim, eu encontrei vários, mas nada que linkasse esta imagem a um museu ou colecionador para que eu testasse a veracidade do que falavam sobre a mesma a chamando solenemete de “placa suméria de 4 mil anos blábláblá”.

Então, como todo bom pesquisador deve ser eu fui atrás de informação correta por perceber que tinha algo errado. Porque uma coisa é usar uma imagem meramente como ilustração e deixar claro isso para o público. Outra coisa era afirmar uma coisa caindo no campo, querendo ou não, da má fé, mentira e charlatanismo.

Procurei, procurei e achei um site em espanhol chamado La mentira esta ahi fuera.

E uma postagem no mesmo com o titulo Una bomba atómica en un sello sumerio? E ali descobri a verdade. E você vai até achar graça no final.

O texto original está aqui: https://www.lamentiraestaahifuera.com/2018/03/07/una-bomba-atomica-en-un-sello-sumerio.

E abaixo, a tradução na íntegra do mesmo.


=
UMA BOMBA ATÕMICA EM UM SELO SUMÉRIO?



Uma história que circula na internet fala de um antigo selo sumério no qual a figura de uma bomba atômica aparece inequivocamente. É possível que uma civilização que viveu mais de 4.000 anos atrás tivesse acesso a essa tecnologia?

A história diz:

Bombas atômicas e guerras nucleares não são novas. No passado, eles eram usados ​​em outros planetas e no nosso.

O deus sumério Enki criou seu filho Marduk, híbrido anfíbio de Annunaki, com DNA draconiano para selar uma união entre as duas raças.

Enki queria que seu filho seguisse seus passos em diferentes ciências e artes. Apesar de Marduk, ele cresceu sedento de poder e psicologia promissora. Em união com uma comitiva de seguidores de Dracos, ele primeiro fez guerra contra sua própria família em Nibiru, destruindo a maior parte do planeta.

Ele então invadiu e colonizou várias estrelas, incluindo Sirius, Plêiades e Órion.

Não demora muito para voltar sua atenção para o novo planeta Terra. Lugares tão vastos em biodiversidade estavam literalmente desertos, como no caso do deserto de Gobi, no norte da China, onde uma grande batalha nuclear foi travada e onde uma grande quantidade de radioatividade se acumulou. Depois de centenas de milhares de anos, o planeta foi limpo.

A história original vem do site acmeclockworks.com, onde foi contada de maneira diferente:

(…) Quando mencionei que tinha colegas no Iraque que podiam contar com apoio logístico, seu encorajamento ficou entusiasmado e passamos o resto da tarde planejando a expedição. Ele estava especialmente interessado em minha capacidade de viajar discretamente em áreas que normalmente não são visitadas por turistas ou acadêmicos. ...

Entrei imediatamente em contato com um colega que não só poderia fornecer apoio do governo para o meu trabalho no Iraque, mas também poderia verificar a idade de qualquer artefato que eu descobrisse. Contratei os serviços do Dr. Jemyel Sedyeqh, do Carbon Dating Service, e passamos a primeira noite discutindo os objetivos da minha expedição. ...

O Dr. Sedyeqh era extremamente qualificado e eficiente, com conexões no mais alto nível. Ela relatou que um de seus melhores clientes era um oficial de alto escalão que possuía uma grande coleção particular de artefatos da Mesopotâmia que nunca haviam sido disponibilizados à comunidade acadêmica. ...

O dia da minha visita chegou e o Dr. Sedyeqh me informou que visitaríamos a coleção no final da tarde. Ele se ofereceu para me mostrar a peça favorita de seu cliente. O Dr. Sedyeqh tirou um pequeno objeto de uma caixa e me entregou, explicando que era do reino de Nabucodonosor II, por volta de 600 aC. C. Naquele momento, ouvimos o som de uma porta distante se abrindo e vi um olhar de pânico no rosto do médico.

Não entendi por que ela estava chateada, mas talvez a Dra. Sedyech tivesse esquecido de nos notificar de nossa visita. Ele examinou cuidadosamente o corredor externo e rapidamente me trouxe de volta pelo caminho que viemos.

Quando chegamos às salas, percebi que ainda tinha o objeto que o Dr. Sedyeqh havia me dado na galeria. O olhar de pânico em seu rosto foi substituído por um de terror abjeto. Ela me disse que a remoção acidental da peça seria considerada um assalto e um ato de espionagem. Ela me aconselhou a deixar a cidade imediatamente se eu valorizasse minha vida.

Não querendo causar mais problemas ao médico, deixei Bagdá no próximo vôo, sem incidentes, mantendo a vedação do cilindro para protegê-la de qualquer acidente até que eu pudesse devolvê-la com segurança à galeria à qual pertencia. ...

Ao retornar aos meus estudos em Nova York, comecei imediatamente a examinar o selo do cilindro. A gravura foi esculpida em um tubo de ouro, encimado em uma extremidade por um lápis-lazúli polido e na outra por um selo de ouro esculpido com o símbolo de Ishtar, uma estrela de oito pontas.

Interessante, não é? Mas é apenas uma história fictícia. A página da Acme ClockWorks mostra jóias contemporâneas, criadas por Steven Parker, diretor da empresa Metal Werks, uma escola de joias. As peças são exibidas adornando-as com histórias inventadas sobre sua origem que, como sugere o próprio autor, são contadas no tom de paródia. Você pode vê-lo na página "sobre" Acme ClockWorks:

A Acme Clockworks mostra o trabalho de Steven Parker. Enquanto você navega no site, também encontrará peças obtidas em colaboração com outros artistas.
Steven Parker passou muitos anos projetando e fabricando produtos em dois setores: brinquedos e jóias. O trabalho que você encontrará neste site reúne o conhecimento derivado da mistura de suas criações com tramas narrativas.

 ________

 

Se você leu até aqui é aqui que me despeço, bye...

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