Em 1970 a revista americana “The Daily Review” publicou uma notícia interessante. Trata-se da descoberta de um gigantesco espaço vazio ao norte da Constelação de Órion. Tal lugar, segundo a matéria, se assemelha com uma caverna, entretanto, com um fulgor e brilho coruscante jamais visto outrora e foi encontrada por astrônomos com o auxílio de lentes enormes e poderosas em exposições prolongadas a chapas fotográficas. Supõe-se que essa caverna cósmica possui mais de 16 trilhões de milhas de diâmetro. Sua pujança, beleza e nuances de cores cintilantes são incomparáveis a qualquer coisa existente na terra e quiçá, na imaginação humana.
Um dos professores do Observatório de Lowe (USA) fez a seguinte descrição:
"As profundezas da nebulosa de ÓrionÓrion assemelham-se a construções projetadas e contorcidas, e massas pluviais de vidro brilhante, pilares irregulares, colunas de estalactites de fulgurante esplendor e estalagmites que provêm do solo imenso. Sua aparência é a de uma luz brilhante e resplandecente, saindo por trás das paredes claras de marfim e pérola, adornadas com milhões de diamantes e estrelas de raro fulgor”.
A existência de um -dos muitos- lugar(es) assim no universo dá muito o que pensar, obviamente abrindo margens para muitas especulações, conjecturas e até certeza para alguns trazendo a tona temas como os famosos "Stargates" e afins.